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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

CT BOUCHERIE - O jantar harmonizado com cervejas foi parar na Barra da Tijuca

Eis que retorna, finalmente, mais uma edição do jantar harmonizado com cervejas do Grupo Claude Troisgros/Troisgros Brasil. A sintonia se mantém e novamente contaremos com a sapiência do sommelier de cervejas Pedro Barcellos, na escolha das cervejas harmonizadas, e com o acuro na elaboração dos pratos assinados pelo chef Didier Labbé. Ah, a parceria dessa vez é de uma trinca, completada com primazia pela chef Jessica Trindade.

Outra novidade é que o jantar será executado em outro ambiente. Ele sai da habitual CT Brasserie, em São Conrado, e migra dessa vez para a Barra da Tijuca, com a contemplada da vez CT Boucherie - Av. Das Américas, 7777 - 3º piso - Rio Design Barra, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ.



O jantar harmonizado vai acontecer no dia 6 de Outubro (terça-feira), a partir das 20h30min, e vai custar R$ 210,00 - as reservas podem ser feitas pelo telefone: (21) 3328-2187. O menu é composto por cinco pratos e cinco cervejas, conforme descrições abaixo:

Prato: Cavaquinha, aipim, foie gras e brioche (Chef Diddier).
Cerveja: Bamberg Camila Camila - Estilo: Bohemian Pilsner, 5% abv.
Descrição: O lúpulo Saaz predomina com seu caráter floral e, em segundo plano, condimentado. Logo o malte surge com caramelo, cereal e pão. Cerveja cristalina, de coloração amarelo escuro, espuma com excelentes formação e persistência. O sabor vem primeiro com uma certa doçura e suavidade inicial do malte. Em seguida, o lúpulo já toma conta, não apenas com o amargo, mas também com o gosto floral, podendo-se notar um pouco de condimentado. No retrogosto, percebe-se um final seco. Corpo médio-baixo, carbonatação média.

Prato: Polenta mole, ovo poché, queijo da canastra e broto de salsa (Chef Jéssica).
Cerveja: Paulaner Hefe-Weissbier – Estilo: German Weizen, 5,5% abv.
Descrição: Cerveja de trigo, de cor amarelo turvo (opaca - não é filtrada), a Paulaner Hefe-Weissbier é leve, frutada e sutilmente amarga, sendo que nenhum conservante artificial é utilizado. Na região da Bavária é conhecida como uma cerveja para o breakfast, por ser leve e de fácil digestão.

Polenta mole, ovo poché, queijo da canastra e broto de salsa + Paulaner Hefe-Weissbier


Prato: Costela suína, molho de goiaba, pomme dauphine de baroa e requeijão (Chef Jéssica).
Cerveja: Schneider Tap 6 - Estilo: German Weizenbock, 8,2% abv.
Descrição: Com uma espuma compacta, estável e duradoura, esta cerveja de trigo doppelbock é bastante intensa e complexa no nariz e tem um aroma picante, que lembra chocolate, banana e uvas passas. O paladar experimenta um toque suave, enquanto na língua o sabor é completo, compacto e mesmo assim fresco, com um toque de caramelo. No final, fica o sabor forte, redondo e recente, com um leve e delicado amargor.

Prato: Magret de pato com especiarias e maçã caramelizada com mel e flores de mel (Chef Jéssica).
Cerveja: Rochefort 10 – Estilo: Belgian Quadrupel, 11,3% Abv.
Descrição: A Trappistes Rochefort 10 é uma famosa cerveja belga, trapista, produzida pela Abadia de Notre-Dame de St. Remy. Altamente encorpada e complexa, possui coloração acobreada escura e intensidade licorosa e caramelizada, ligeiramente picante e com notas frutadas de ameixa e cacau.

Magret de pato com especiarias e maçã caramelizada com mel e flores de mel + Rochefort 10 


Prato: Trio de chocolate (Chef Diddier).
Cerveja: Wäls Petroleum – Estilo: Russian Imperial Stout, 12%abv
Descrição: Produzida com diversos tipos de grãos escuros. Corpo aveludado, licoroso e denso. Aromas complexos de chocolate belga, café, toffee e caramelo. Amargor equilibrado. Espuma de baixa formação e longa durabilidade. Maturada com cacau extra bruto/torrado belga.

Eu, que acompanho esses jantares harmonizados desde a primeira edição - fatalmente perdi a terceira - não perderei a quarta por nada! Se eu fosse você teria a mesma postura, pois é uma experiência gastronômica das mais ricas, para guardar para sempre na memória e salivar ao recordar.

E para quem quiser saber como foi a terceira edição, é só clicar aqui.

Um comentário:

  1. Olá, amigos! Contribuímos para o assunto, comunicando que já há monges no Rio Grande do Sul que fazem cerveja há alguns anos. Acessem link: http://vejasp.abril.com.br/blogs/cervejas/2014/02/monges-gauchos-cerveja-na-panela/
    Grande abraço,
    Mosteiro de Nazaré.

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